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segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Amamentação


Gente! Achei um blog maravilhoso para quem é mãe! Fiquei muito tempo lendo matérias, e encantada com a facilidade para compreender tudo. Vale muito a pena acompanhar.

Eu adorei! E você?

Uma em cada quatro mães não sabe amamentar, saiba como.

Em complemento ao recente post "Amamentação parcial não traz imunidade igual à integral, diz estudo" eu trago este artigo relatando a importância de se saber a maneira correta de amamentar. Muitas mães deixam de amamentar ou inserem complementos alimentares pois não sabem como amamentar corretamente o bebê. A amamentação estimula a produção do leite, se a mãe deixa de amamentar ou não amamenta, o organismo não irá produzir mais leite e consequentemente a quantidade de leite materno será insuficiente ou inexistente.
Mamãe, se tiver dúvida, procure o pediatra, enfermeiras da maternidade e a doula para aprender a maneira correta de amamentar. A Acupuntura, Aromaterapia, Massagem e outras terapias naturais também podem auxiliar na produção do leite materno e facilitar o processo de amamentação, procure um naturólogo ou profissional capacitado para ajudá-la. Isso fará bem para você, já que a amamentação ajuda na recuperação da mulher no pós-parto, e para o bebê, que estará recebendo o mais completo alimento que necessita.
Boa leitura!
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Apesar de tantas campanhas e de ninguém questionar as vantagens, uma em cada quatro mulheres enfrenta dificuldades na hora de amamentar. Apesar do oba-oba sobre aleitamento, ainda faltam educação e orientação básica, segundo especialistas.
O estudo, do Centro de Referência Estadual em Bancos de Leite Humano do Piauí, foi apresentado em um congresso de bancos de leite, que acontece em Brasília. A pesquisa avaliou 1.800 mulheres que deram à luz entre fevereiro e março deste ano. Delas, 435 -24% do total- apresentaram algum problema no aleitamento, sendo os mais comuns mamas cheias demais, baixa produção de leite, fissura do bico do seio e dificuldade no posicionamento do bebê.
O que justifica o índice, diz a nutricionista Vanessa Paz Lima, coordenadora do levantamento, é a falta de informação sobre os modos corretos de amamentar e de prevenir esses problemas. "Falta educação", concorda a pediatra e neonatologista Clery Bernardi Gallacci, da Maternidade Santa Joana, em São Paulo. "É preciso dar assistência no pré-natal, no momento do nascimento e depois." A mama cheia, que foi o problema mais recorrente, está diretamente relacionada à falta de informação. Se a mãe não sabe que deve alimentar o bebê periodicamente, o peito enche e o bebê só vai abocanhar o bico, o que pode levar a fissuras. "O correto é que ele abocanhe toda a região da aréola, que é onde ficam os sacos de leite, e não o bico", explica Danielle Silva, coordenadora de Processamento e Controle de Qualidade do Banco de Leite Humano do Instituto Fernandes Figueira/Fiocruz.
Para isso, a posição correto do bebê é fundamental: a cabeça deve estar recostada na curva do braço da mãe e o corpo alinhado ao dela. O mau posicionamento também pode até causar fissuras nos mamilos, o que leva a dores nas mamadas.
Nesses casos, recomenda-se que a mãe hidrate o bico do seio com o próprio leite ao final da mamada. "Ele também protege contra infecções", diz Danielle Silva.

 (clique na imagem para ficar maior)

FALTA DE APOIO
O segundo problema mais frequente foi a baixa produção, que é evitada dando de mamar com frequência. "O maior problema é a falta de apoio. Muitos pediatras não sabem orientar direito", acredita Fabíola Cassab, fundadora do grupo Matrice, de apoio à amamentação.
Todas essas orientações, segundo Vanessa Paz Lima, devem ser passadas à mãe logo no pré-natal e devem continuar nos dias seguintes ao nascimento do bebê. "Se, durante a internação do pós-parto, identificarmos que a mãe apresenta algum problema para amamentar, ela passa a receber uma orientação intensiva e só recebe alta se tiver entendido os procedimentos", afirma. Segundo ela, o importante é que haja conforto durante o aleitamento: "Qualquer condição que provoque dor pode interferir na amamentação e desestimulá-la".
Danielle Silva completa: "A Organização Mundial da Saúde preconiza seis meses de aleitamento exclusivo. Isso não apenas nutre, como protege contra infecções".
Fonte :www.naturologiajaragua.blogspot.com
BEIJOS

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

6 medos comuns na gravidez


A gravidez é um momento muito especial na vida de uma mulher, mas também um período cheio de incertezas. Muitas coisas ruins passam pela cabeça das gestantes, principalmente as de primeira viagem. Problemas na hora do parto, complicações com a própria saúde e a do bebê estão na lista das preocupações mais comuns.

Conheça 5 medos comuns na gravidez e entenda por que não é preciso se preocupar tanto assim.

1 – Aborto espontâneo

A maior parte dos abortos espontâneos ocorre no primeiro trimestre da gravidez, mas a maioria das gestações prossegue sem complicações até o nascimento do bebê.

Por mais traumática que a experiência possa ser, não há motivo para que a mãe se culpe pelo ocorrido, já que ele não tem relação com o comportamento da mãe. Embora as causas do aborto espontâneo ainda não tenham sido totalmente esclarecidas pela medicina, é provável que uma gravidez seja naturalmente interrompida quando o embrião apresenta alguma malformação que o impede de sobreviver.

Vale lembrar que seguir as orientações médicas e fazer o pré-natal corretamente garante o controle do estado de saúde da mãe e do bebê e pode ajudar a diminuir o risco de aborto ou outras complicações.

2 – Machucar o bebê durante o sexo

Acabe com a ideia de que a penetração pode machucar o feto, isso não acontece. Em casos de placenta prévia, dilatação antes do previsto ou risco de parto prematuro, o obstetra pode proibir as relações sexuais durante a gestação. Fora essas restrições, sexo durante a gravidez é comum, saudável e não representa nenhuma ameaça ao bebê.

3 – Dor do parto

Este talvez seja o maior fantasma que ainda assombra as futuras mamães. Mas tanto medo da dor do parto chega a ser compreensível. As histórias que mães, tias e avós contam sobre o assunto, descrevem as aflições de dar à luz.

Apesar da tradição do sofrimento no parto, a realidade atual se mostra diferente, já que a gestante recebe apoio de médicos e enfermeiros desde que chega à maternidade. Aos primeiros sinais do trabalho de parto, ela pode contar com medicamentos analgésicos ou relaxantes para aliviar as contrações iniciais. Quando a dilatação atinge cerca de 6 centímetros, ou seja, quando a mulher está pronta para o parto, recebe a anestesia e não sente mais dor alguma.

4 – E se algo der errado durante o parto?

Depois da dor, outra grande preocupação das gestantes que se preparam para um parto normal é quanto a complicações e imprevistos que coloquem em risco a vida da mãe ou do bebê, tornando necessária uma intervenção dos médicos.

Mesmo que a gravidez tenha corrido sem problemas, em casos de sofrimento fetal, mau posicionamento do bebê no canal do parto e problemas de placenta, por exemplo, pode ser necessário realizar um parto cesárea ou usar o fórceps – instrumento cirúrgico usado para ajudar a retirar o bebê do canal de parto em casos de emergência.

O importante é confiar no obstetra que você escolheu para realizar o parto, ele certamente irá indicar a opção mais segura para mãe e filho em um momento como este. Lembrando que o fórceps só é empregado para ajudar o bebê quando a cabecinha já está à vista e que hoje, a cesárea é considerada uma cirurgia segura.

5 – Anestesia

O medo da anestesia do parto está ligado ao tempo em que a anestesia raquidiana era a única usada. Injetada com uma agulha muito grossa, esse tipo de anestesia facilitava o vazamento do líquido que banha o sistema nervoso, causando fortes dores de cabeça.

Hoje, a anestesia ráqui só é utilizada quando necessário, nos últimos momentos do parto normal. Os médicos dão preferência à anestesia peridural, que não perfura a membrana que envolve a medula e oferece riscos ou sequelas nem para a mãe e nem para o bebê.

6 – Depois do parto, o corpo não volta ao normal

Que o corpo muda depois da gravidez, isso não se pode negar, mas essa mudança não é necessariamente para pior. A principal dica é engordar apenas o necessário e praticar exercícios durante os nove meses. Mas não adianta ter pressa, já que o processo para voltar à forma depois da gravidez pode levar de seis meses a um ano.

Ao contrário do que se diz, os seios podem ficar até mais bonitos por conta da amamentação e a gordura acumulada na região no abdome tende a diminuir com o tempo.

Outro medo comum é o de ficar com a vagina larga depois do parto normal. No entanto, especialistas garantem que a região possui músculos que dão elasticidade suficiente para voltar ao normal meses depois do parto.

Fonte: Dicas de mulher
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